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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Motorista agride publicitária após 'fechada' no trânsito em São Paulo


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LEANDRO MACHADO
DE SÃO PAULO
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Era para ser um sábado normal de compras, mas o plano saiu da rota: ao parar seu carro num sinal da rua Groenlândia, na zona oeste de São Paulo, a publicitária Jessica Otte, 24, foi espancada por um motorista e uma mulher que o acompanhava.
O motivo: o homem ficou irritado porque não conseguiu ultrapassar o veículo onde estavam Jessica e sua companheira, a também publicitária Amanda Carbone, 28.
Na tarde do último sábado, dia 23, Jessica levava Amanda em um Fiesta ao shopping Ibirapuera, onde planejavam fazer compras de Natal.
Quando passavam pela avenida Groenlândia, uma caminhonete Hilux tentou ultrapassá-las próximo de um semáforo. O motorista sinalizou com farol alto, mas, como havia carros nas outras faixas, Jessica não conseguiu deixá-lo passar.
No trecho seguinte, o homem persistiu. Buzinou e pediu passagem. Na esquina da rua Groenlândia com a avenida Brigadeiro Luís Antônio, o sinal fechou e os dois automóveis tiveram que parar.
Davi Ribeiro/Folhapress
Jessica Otte, 24, (de camisa xadrez) e Amanda Carbone, 28, foram agredidas na avenida Groelândia, em São Paulo
Jessica Otte, 24, (de camisa xadrez) e Amanda Carbone, 28, foram agredidas na avenida Groelândia, em São Paulo
"Ele então acelerou e começou a bater no nosso carro de propósito, empurrando. O nosso carro é pequeno, e o dele é enorme. Ele ficou montado em cima do nosso", relata Amanda.
Irritada, Jessica foi tirar satisfação. Com o celular, fez fotos da caminhonete. O motorista, de cerca de 50 anos, segundo Jessica, desceu da Hilux e começou a xingá-la de "vadia". Depois, deu um soco em seu rosto e a empurrou.
"Ele ainda me ironizou, disse que eu estava de conversinha com a mulher do meu lado", relata Jessica, que disse não ter visto indícios de homofobia na agressão.
A mulher do motorista também saiu do carro e agrediu a publicitária, com socos. "A gente ficou paralisada, não sabia o que fazer", diz Amanda. Jessica teve ferimentos no rosto, nos braços e na barriga.
Depois da agressão, o motorista e a mulher fugiram. O casal de publicitárias procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência em uma delegacia do Itaim Bibi, na zona oeste de São Paulo.
Pela placa da Hilux, a Polícia Civil descobriu que o carro está registrado no nome de um posto de gasolina.
Ontem, a polícia fez uma vistoria para verificar os danos no Fiesta de Jessica, que teve de passar por exame de corpo de delito. De acordo com a delegada Ligia Pimentel, que investiga o caso, a agressão pode ser registrada como lesão corporal e injúria.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Funcionário e Ator Pornô de produtora de filmes é preso por pedofilia e confessa ter Aids




Policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) prenderam Ederson de Oliveira Barriga, de 25 anos, por estupro de um menor. Ederson também é acusado de crimes relacionados à pedofilia, por fotografar, armazenar e transmitir fotos e filmagens pornográficas de crianças e adolescentes.

De acordo com a polícia, o suspeito, que é produtor e ator, perdeu um pendrive com fotografias e filmes envolvendo menores. Em alguns dos arquivos, ele aparecia participando de uma orgia com um menino de 13 anos. Uma pessoa encontrou os arquivos em um ponto de ônibus e entregou o objeto à Polícia Federal.

Ederson, que trabalha em uma produtora de filme eróticos homossexuais, foi identificado pelo setor de inteligência da especializada. Outras mídias foram apreendidas pelos agentes e estão sendo analisadas. Ao todo, mais de 1000 arquivos foram encontrados. A polícia também tenta identificar quem é o menor que participa dos vídeos.

Já na delegacia, Ederson confessou o crime, afirmando também ser portador do vírus HIV há três anos. Nos vídeos, segundo a polícia, Ederson mantém relacionamento com o menor sem usar preservativo, podendo ter contaminado a criança.

Produtores e atores da empresa que Ederson trabalha também serão investigados. Segundo o suspeito, os vídeos eram comercializados no Brasil e no exterior. A polícia acredita que o local pode ser um dos maiores produtores de pedofilia do Rio.


Fonte: Extra